Vagas em Moçambique 2026: mapa por província
Vagas em Moçambique por província: 170 activas a 24-09-2026 (Maputo 96, Cabo Delgado 47). Como ler o mapa, o que tem cada província e onde procurar hoje.

Este é o mapa completo das vagas em Moçambique por província — 170 oportunidades activas registadas a 24-09-2026 na base de dados da Inademy — e como usá-lo para encontrar o teu próximo posto em qualquer ponto do país, de Niassa a Gaza.
O essencial em 30 segundos
- 170 vagas activas em Moçambique a 24-09-2026, distribuídas por 9 províncias com actividade na plataforma Inademy.
- Maputo concentra 96 vagas (56% do total) — o maior mercado do país.
- Cabo Delgado tem 47 (o projecto de gás de Afungi empurra a maior contratação técnica do norte).
- Sofala 7 · Zambézia 5 · Tete 4 · Inhambane 4 · Nampula 3 · Niassa 3 · Gaza 1 — províncias com menos volume mas com perfis altos (saúde, ONGs, mineração, logística).
- O salário mínimo nacional de 2026 é de 18.900 MT — tabela oficial em Salário Mínimo em Moçambique 2026.
- Nunca pagues por uma vaga — guia de Golpes de Emprego.
Como ler este mapa
O recenseamento baseia-se na base de dados da Inademy (estado ABERTA, a 24-09-2026). Cada número abaixo é a contagem de vagas activas por província — e a lista muda dia a dia. Quando vês uma província com poucas vagas, não significa que o mercado está parado: significa que a maioria das oportunidades abertas nesta altura está noutros sítios. O mapa diz-te onde focar a busca hoje.
O mapa por província (24-09-2026)
Maputo (cidade + província): 96 vagas
Maputo é o hub do mercado moçambicano: 96 vagas activas, com a maior concentração do país — a distribuição por sector está no filtro da página de vagas. O mercado aqui é de volume e de rotatividade — quem tem perfil administrativo, comercial ou técnico tem muitas opções. O guia Vagas de Emprego em Maputo aprofunda a capital; o de Emprego em Matola cobre a cidade vizinha.
Cabo Delgado: 47 vagas
O projecto de gás de Afungi (Coral FLNG) concentra muitas das vagas técnicas do norte, junto com as ONGs de reconstrução pós-conflito (Save the Children, NRC, Solidarités, ACF, JRS, Johanniter, Oikos, CICV). O guia Vagas em Pemba e Cabo Delgado detalha a zona de Pemba e a logística do LNG.
Sofala (Beira): 7 vagas
Beira tem 7 vagas activas nesta altura. O mercado da cidade é dominado pelo porto, pela indústria e pelos serviços. O guia Emprego na Beira cobre a zona.
Zambézia: 5 vagas
A Zambézia tem 5 vagas activas, com destaque para as organizações de saúde (HAMC, C-Saúde) e para as ONGs com equipas na província (JHPIEGO, FHI 360, IPAS). O guia Vagas na Zambézia detalha a província.
Tete: 4 vagas
Tete tem 4 vagas activas nesta altura (mineração e construção na base de dados a 24-09-2026). O guia Vagas em Tete cobre a zona.
Inhambane: 4 vagas
Inhambane tem 4 vagas activas a 24-09-2026 (a base de dados regista postos em mineração, gás e turismo — o guia detalha cada um). O guia Vagas em Inhambane detalha a província.
Nampula: 3 vagas
Nampula tem 3 vagas activas nesta altura. A cidade é também a porta de entrada do corredor de Nacala-Porto. O guia Emprego em Nampula cobre a zona.
Niassa: 3 vagas
Niassa tem 3 vagas activas — a província mais a norte do país tem menos volume mas com perfis de saúde, logística e ONGs.
Gaza: 1 vaga
Gaza tem 1 vaga activa nesta altura — o mercado é menor, mas há oportunidades em agricultura, logística e serviços públicos.
Por que províncias com menos vagas têm perfis mais altos
O padrão é consistente: as províncias com menos vagas activas (Tete, Zambézia, Inhambane, Nampula, Niassa) concentram postos de alto perfil — saúde, mineração, logística e ONGs internacionais. A razão é simples: o volume do mercado está em Maputo (96 de 170, BD 24-09-2026); as restantes províncias têm volume menor, mas os postos concentram perfis técnicos (engenharia, QHSE, logística de projecto, saúde) — a remuneração varia por posto, confirma no anúncio.
Para quem não pode mudar de cidade, isto significa: candidatar-se à distância (muitos postos de ONGs e de projecto aceitam candidatos de todo o país) e preparar o perfil técnico — o guia de Profissões com Mais Vagas mostra onde cada perfil entra.
Vagas por sector em todo o país (recenseamento 24-09-2026)
O recenseamento de 170 vagas em Moçambique divide-se assim por sector (base de dados da Inademy, a 24-09-2026):
- ONGs & Desenvolvimento: 37 — o sector com mais vagas activas; concentração em Cabo Delgado (16) e Maputo (14), com registo em Zambézia, Sofala, Tete e Inhambane.
- Construção & Engenharia: 26 — 18 em Maputo e 5 em Cabo Delgado; projecto de Afungi e obras civis em várias províncias.
- Petróleo & Gás (LNG): 23 — maioria em Cabo Delgado (15), na zona de Afungi/Pemba.
- Comércio & Retalho: 15 · Transporte & Logística: 14 — o comércio concentra-se em Maputo (14 de 15).
- Banca, Seguros & Finanças: 11 (todas em Maputo) · Saúde & Farmácia: 9 · TI: 8 — a distribuição por província está no filtro da página de vagas.
- Contabilidade & Gestão Fiscal: 7 · Recursos Humanos: 7 — perfil de escritório, sobretudo em Maputo.
- Outros (Gestão e Assessoria 3, Mineração 3, Agricultura 3, Indústria 2, Contabilidade e Finanças 1 e 1 sem sector): 13 — volume menor mas com perfis de alta especialização.
O que isto diz: o sector com mais oportunidades (ONGs, 37) tem a maior concentração em Cabo Delgado (16, BD 24-09). Se o teu perfil é de projecto/ONG, Cabo Delgado, Maputo (14) e Zambézia (3) registam o maior volume de postos do sector na base de dados. O guia de Carreira em ONGs e o de Profissões com Mais Vagas aprofundam os perfis.
Província com 0 vagas hoje: Manica
Na semana de 24-09-2026, o recenseamento regista 0 vagas activas em Manica — a província do interior (Chimoio) não tem recenseamento nesta semana. Isto não significa que não haja procura: o mercado local passa por feiras, institutos de ensino e canais oficiais. A regra é a mesma de qualquer província: confirma sempre o canal oficial do anúncio e nunca pagues por uma vaga.
Como ler os números (e por que mudam dia a dia)
O recenseamento é um snapshot de 24-09-2026. O número de vagas em Moçambique muda dia a dia: empresas abrem novos postos, prazos terminam e a Inademy arquiva os que fecharam. Por isso:
- Não compares um número de hoje com o de ontem — a estrutura do mapa (províncias, sectores, perfis) é estável; o número é volátil.
- Usa o mapa para escolher o foco, não como lista de vagas — a lista actual está sempre na página de Vagas activas, filtrando por província.
- Se uma província tem 0 hoje, novas aberturas surgem com regularidade — a lista muda dia a dia.
O sector por trás do número (que província tem quê)
Mineração e energia
O carvão de Tete (mina de Changara), o projecto de gás de Afungi (Cabo Delgado) e as operações de carvão (Massinga e Temane, na província de Tete) concentram a contratação técnica do país. O guia Carreira em Petróleo e Gás cobre o sector do LNG; o de Carreira em Mineração cobre o carvão.
ONGs e reconstrução
O norte (Cabo Delgado, Niassa) e o centro (Zambézia, Nampula) concentram os programas de ONGs internacionais — saúde, WASH, protecção, segurança alimentar. O guia Carreira em ONGs e o modelo de CV para ONGs mostram como entrar.
Turismo e hotelaria
O Arquipélago de Bazaruto (Inhambane), a Ilha de Moçambique (Zambézia) e a costa norte (Pemba) concentram o sector — algumas vagas do sector são sazonais — confirma o tipo de contrato no anúncio. O guia Carreira em Hotelaria e Turismo.
Logística e transportes
O corredor de Nacala-Porto (Nampula) e o porto de Beira (Sofala) movem as cadeias logísticas da região. O guia Carreira em Transporte e Logística.
O salário que vale em cada província
O ponto de partida é o salário mínimo nacional de 18.900 MT (2026) — tabela completa por sector. A partir daí, cada sector tem a sua referência:
- Motorista: Salário de Motorista 2026
- Médico e enfermeiro: Salário de Médico e Enfermeiro
- Mineração e energia: guias de carreira específicos (acima)
As ONGs internacionais usam bandas salariais próprias (muitas acima do mínimo nacional); o sector privado varia por empresa.
O que tem cada província (sectores, empregadores e perfis)
Maputo: o hub dos serviços (96 vagas)
- Sectores dominantes: serviços, comércio, banca e seguros, TI, construção e agro-indústria — a maioria das 96 vagas activas está aqui.
- Empregadores típicos: bancos, seguradoras, cadeias de retalho, construtoras, ONGs com sede no país, agências de recrutamento.
- Perfis com mais procura: administrativo/comercial, técnico de TI, engenheiro, pessoal de vendas e operações.
- O ponto de partida: o guia de Vagas de Emprego em Maputo (e o de Emprego em Matola para a cidade vizinha).
Cabo Delgado: o projecto de Afungi e a reconstrução (47 vagas)
- O motor económico: o projecto de gás de Afungi (Coral FLNG) concentra a maior contratação técnica do norte — engenharia, QHSE, logística, marítimo.
- ONGs de reconstrução: Save the Children, NRC, Solidarités International, ACF (Acção Contra a Fome), JRS, Johanniter, Oikos e CICV — postos de WASH, protecção, segurança alimentar, saúde e gestão de projectos em Pemba, Mueda e Chiúre.
- Turismo: o resort de Pemba e a zona costeira registam postos de hotelaria na base de dados (a 24-09-2026, o Avani Pemba tem um posto de F&B aberto).
- O ponto de partida: o guia de Vagas em Pemba e Cabo Delgado.
Sofala: o porto e a indústria (7 vagas)
- O motor económico: o porto da Beira e as indústrias de transformação (a Beira é o segundo centro urbano do país).
- Perfils com mais procura: logística portuária, produção industrial, manutenção e serviços.
- O ponto de partida: o guia de Emprego na Beira.
Zambézia: saúde e ONGs (5 vagas)
- O motor económico: as organizações de saúde (HAMC em Morrua, C-Saúde) e as ONGs com equipas na província (JHPIEGO, FHI 360, IPAS).
- Outros perfis: técnico de campo (Versalis), voluntariado (Observatório Nacional de Segurança Rodoviária) e o porto de Nacala-Porto na província vizinha.
- O ponto de partida: o guia de Vagas na Zambézia.
Tete: a província do carvão (4 vagas)
- O motor económico: a mina de carvão de Changara e as indústrias pesadas (energia, construção, andaimes industriais).
- Outros perfis: ONGs (World Vision) e agências de recrutamento com escritório na cidade (CBE Southern Africa).
- O ponto de partida: o guia de Vagas em Tete.
Inhambane: mineração, petróleo e o Bazaruto (4 vagas)
- O motor económico: o turismo do Arquipélago de Bazaruto; a base de dados regista postos em mineração e gás na província (a 24-09-2026).
- Outros perfis: hotelaria sazonal (Anantara Bazaruto), conservação (African Parks) e logística (MD Consultores).
- O ponto de partida: o guia de Vagas em Inhambane.
Nampula: o corredor de Nacala (3 vagas)
- O motor económico: Nacala-Porto, um dos maiores portos do país, e o corredor comercial que liga a Zâmbia e o Zimbabué ao oceano.
- Perfils com mais procura: logística, transporte, manutenção e serviços portuários.
- O ponto de partida: o guia de Emprego em Nampula.
Niassa e Gaza: volume baixo, perfis de campo (3 e 1 vagas)
- Niassa: a fronteira norte — agricultura, logística de campo, saúde e programas de ONGs.
- Gaza: o sul rural — agricultura, pecuária, logística e serviços públicos.
- O padrão: em ambas, as oportunidades passam mais por programas de ONGs e pelo Estado do que pelo sector privado — confirma sempre o canal oficial do anúncio.
Como escolher a província certa para o teu perfil
A escolha não é só "onde há mais vagas" — é "onde o meu perfil tem mais procura". O cruzamento prático:
- Perfil administrativo/comercial: Maputo (volume) — ou Matola, na província de Maputo: filtra a cidade no mapa de vagas.
- Perfil técnico industrial (engenharia, QHSE, manutenção): Cabo Delgado (LNG), Tete (mineração — BD 24-09), Inhambane (Sasol).
- Perfil de saúde: Zambézia e Nampula (registo de postos de ONGs de saúde na BD) + o público provincial em qualquer cidade.
- Perfil de hotelaria/turismo: Inhambane (Bazaruto), Zambézia (Ilha de Moçambique) e Cabo Delgado (Pemba) — confirma se o posto é sazonal no anúncio.
- Perfil de logística/transporte: Nampula (Nacala-Porto), Sofala (Beira) e as capitais províncias.
- Perfil de ONGs: Cabo Delgado (reconstrução), Zambézia/Nampula (saúde), Niassa — verifica no anúncio se o posto é local ou aberto a todo o país.
A regra de ouro: não te limites à tua cidade. Se o teu perfil tem procura noutra província, uma mudança de cidade (ou uma candidatura à distância) abre um mercado novo. Confirma no anúncio se o posto exige presença local.
O Estado e os concursos públicos: onde passam as vagas oficiais
Além do sector privado e das ONGs, o Estado moçambicano abre concursos públicos — nos ministérios, serviços provinciais e autarquias. Os anúncios passam pelos canais oficiais do Estado (confirma junto dos serviços da província em causa).
Em Inhambane, as autoridades apelam às empresas para divulgarem as vagas no Instituto Nacional de Emprego (INE) — um sinal de que o canal público também canaliza procura local. A regra é a mesma do privado: só pelo canal oficial — e nunca pagues para "garantir" um concurso.
Mudar de província para a vaga: o que verificar antes de aceitar
Uma boa oferta noutra província exige verificar 5 pontos antes de assinar:
- Alojamento e deslocação: a empresa/ONG fornece alojamento, passagem e per diem? (Muitos postos de projecto e ONGs fornecem; confirma por escrito.)
- Custo de vida local: o salário bruto é bom — mas o que sobra depois de arrendamento/comida/família na província? (O custo de vida varia muito entre Maputo e as províncias interiores.)
- Condições de saúde e escola: se levares família, há unidades de saúde e escolas razoáveis na cidade?
- Duração e renovação: é contrato fixo ou por projecto (12-24 meses)? A renovação está no contrato?
- Segurança da zona: algumas zonas (ex.: o norte de Cabo Delgado) foram afectadas pelo conflito de 2017-2019 — confirma o estado actual da zona antes de aceitar (o guia de Trabalhar na África do Sul tem a versão de mobilidade para fora do país).
A cadência de actualização deste mapa
O recenseamento deste mapa é semanal — cada semana a equipa da Inademy volta a cruzar a base de dados (estado ABERTA) com as vagas novas por província.
O número de hoje (170 a 24-09-2026) muda dia a dia; a estrutura do mapa (províncias, sectores, perfis) é estável. Se vires uma província com 0 vagas, não desanimes: novas aberturas surgem com regularidade — a lista muda dia a dia.
Como usar este mapa (a tua rota de acção)
- Identifica a província: se podes mudar de cidade, escolhe a província com mais vagas do teu sector (Maputo para serviços; Cabo Delgado para LNG/ONGs; Tete para mineração).
- Confirma a lista actual: o mapa é um recenseamento de 24-09-2026 — a lista muda dia a dia. Filtra por província na página de Vagas activas na Inademy.
- Prepara o perfil: CV actualizado para o sector (o guia de Como fazer um CV serve de base; para ONGs, usa o modelo específico).
- Aplica pelo canal oficial: site da empresa/ONG, portal da Inademy ou agências de recrutamento (CBE — guia de Agências de Emprego).
- Seguimento a 7-10 dias: se não houve resposta, contacta uma vez para perguntar o estado.
Golpes: a regra de ouro vale em todas as províncias
Independentemente da província, a regra é a mesma: nunca pagues por uma vaga. O padrão de golpe (taxa de "formação", "documento" ou "material") repete-se do norte ao sul — e em Inhambane foi reportado pela DW (2025) com jovens a pagar entre 100 e 500 euros a "facilitadores". As regras:
- Candidaturas só pelo canal oficial do anúncio (site da empresa/ONG/instituto).
- Nunca reveles IBAN/cartão antes de uma entrevista formal.
- Desconfia de "recrutadores" em chat que pedem para transferires dinheiro antes de garantir a vaga.
Guia completo: Golpes de Emprego em Moçambique.
De onde vêm estes números
O recenseamento de 170 vagas activas por província é da base de dados da Inademy, actualizado a 24-09-2026. O salário mínimo de 18.900 MT é a tabela oficial de 2026. O caso dos 100-500 euros em Inhambane vem da DW (2025). Os postos de ONGs internacionais (UN Jobs, 24-09-2026) são citados por província. Cada número de salário por profissão vem dos guias de salário internos.
O que fazer hoje
- Escolhe a província: olha o mapa acima e decide onde focar a busca (a tua cidade ou a província com mais vagas do teu sector).
- Filtra a lista actual por província na página de Vagas activas na Inademy — os 170 do recenseamento de 24-09 mudam dia a dia.
- Actualiza o CV para o sector (mineração, ONG, hotelaria, logística ou serviços) e activa o LinkedIn.
- Aplica sempre pelo canal oficial — e nunca pagues por uma vaga.
Perguntas frequentes sobre vagas em Moçambique por província
Quantas vagas estão activas em Moçambique em 2026?
170 vagas activas a 24-09-2026 na base de dados da Inademy (96 em Maputo, 47 em Cabo Delgado, 7 em Sofala, 5 em Zambézia, 4 em Tete, 4 em Inhambane, 3 em Nampula, 3 em Niassa, 1 em Gaza). O número varia dia a dia.
Que província tem mais vagas?
Maputo, com 96 vagas (56% do total). A segunda é Cabo Delgado, com 47 (o projecto de gás de Afungi concentra muitas das vagas técnicas da zona).
E se eu estiver numa província com poucas vagas?
Três opções: (1) candidatar-te à distância — muitos postos de ONGs e de projecto aceitam candidatos de todo o país; (2) mudar de cidade para a província com mais vagas do teu sector; (3) focar nos perfis técnicos que a província te oferece (saúde, mineração, logística), mesmo com volume baixo.
As ONGs pagam melhor do que o sector privado?
Muitas ONGs internacionais usam bandas salariais próprias, frequentemente acima do mínimo nacional. O valor varia por organização, função e nível — confirma no anúncio ou na entrevista.
Posso trabalhar numa ONG se não falo inglês?
Depende do posto. Muitos postos de ONGs pedem inglês funcional; outros (operacionais locais) não. Confere os requisitos no anúncio antes de candidatar.
Onde encontro feiras de emprego nas províncias?
Cada província tem eventos locais (instituições de ensino, ONGs, sector do turismo), mas as datas mudam de ano para ano. Confirma junto da organização antes de viajar — e nunca pagues "para garantir vaga".
Que documentos preciso para trabalhar em qualquer província?
Os documentos pedidos variam por anúncio (NUIT, certificados de formação, exames médicos, entre outros) — verifica no anúncio e na lista completa do guia de documentos para trabalhar em Moçambique.

