Modelo de CV motorista Word grátis e preenchido
Modelo de CV motorista Word grátis e preenchido: perfil, habilitações, rotas e certificados prontos para adaptar ao teu caso em poucos minutos.

Um modelo de CV motorista Word já preenchido poupa-te o trabalho mais difícil: saberes o que escrever. O nosso modelo grátis vem com um exemplo real de motorista profissional — categoria C, dez anos de rotas Maputo–Xai-Xai–Beira, zero acidentes responsáveis — e basta substituir pelos teus dados. Baixas, editas no Word ou Google Docs e envias no mesmo dia.
Nas vagas de condução, o recrutador não procura prosa: procura categoria de carta, anos ao volante, rotas conhecidas e provas de segurança. O modelo foi desenhado para dar essas respostas nos primeiros centímetros da folha. Ele integra a nossa lista gratuita de modelos de CV em Word e PDF, aqui do Guia da Inademy.
Se estás a começar ou a mudar de empresa, a ordem certa é esta: baixas o modelo, vês como está preenchido, trocas os dados de exemplo pelos teus e adaptas o perfil à vaga. O exemplo preenchido é meio caminho andado — mostra o nível de detalhe que leva o recrutador a confiar em ti antes de te ligar.
📥 Descarrega o modelo: CV de motorista preenchido (.docx) — grátis, abre no Word ou Google Docs.
O que as empresas procuram no CV de motorista em Moçambique
Transportadoras, distribuidoras, ONG e empresas de serviços leem dezenas de CVs de motorista por mês. A decisão forma-se rápido, com base em meia dúzia de sinais:
- Categoria da carta, logo no início: B para ligeiros, C para pesados de mercadorias, D para passageiros, A para motas. É o primeiro filtro.
- Anos e tipo de experiência: quantos anos ao volante, com que veículos (7,5 toneladas? ligeiros?) e para que tipo de empresa.
- Rotas conhecidas: «rotas Maputo–Xai-Xai–Beira» vale mais do que «experiência em viagens». Quem conhece a rota conhece os postos de controlo e os horários.
- Registo de segurança: zero acidentes responsáveis é o argumento mais forte que um motorista pode escrever.
- Disponibilidade: turnos, viagens para fora, fim-de-semana. Escrever isso à partida poupa a todos uma conversa inútil.
- Referências de empregadores: um telefonema resolve a contratação — deixa o nome de quem pode falar por ti.
Se o teu CV responder a estas seis linhas logo nos primeiros parágrafos, já estás à frente da maioria das candidaturas.
O que afasta os recrutadores: prometer categorias que não tens, esconder acidentes que aparecem no registo e escrever «disponibilidade imediata» sem a ter. Muitas empresas fazem prova prática de condução no próprio dia — o que escreves tem de sobreviver a um test drive.
O que vem no modelo preenchido
O ficheiro vem com o exemplo completo de um motorista profissional fictício, com uma nota a lembrar que os dados são de exemplo. O que cada secção te dá:
- Dados pessoais numa linha: cidade, telefone/WhatsApp e email — sem rodeios.
- Perfil de quatro linhas com os argumentos de venda: 10 anos de experiência, rotas do sul do país, zero acidentes, cuidado com o veículo e cumprimento de horários.
- Habilitações e certificados: carta categoria C válida, certificado de condução defensiva (2023), primeiros socorros (2022) e 9.ª classe concluída.
- Experiência em dois postos por ordem inversa: camião de 7,5 toneladas com rotas interprovinciais e distribuição urbana; antes disso, ligeiros a distribuir medicamentos a quatro farmácias.
- Disponibilidade declarada: imediata, turnos, viagens para fora e fim-de-semana.
- Referências nomeadas, do empregador actual e do anterior, com contactos a pedido.
Repara no detalhe: cada posto descreve o que o motorista fazia — carregamento e conferência de mercadorias com guia de remessa, manutenção básica em dia, confirmação de entregas por WhatsApp. Não escrevas só «motorista» e esperes que o resto se adivinhe.
As secções seguem a ordem que os recrutadores de logística usam: dados, perfil, habilitações, experiência, disponibilidade, referências. Manter essa ordem facilita a vida de quem lê dezenas de CVs por dia e evita que o teu pareça desarrumado.

Como adaptar ao teu caso: ligeiros, pesados e motas
O esqueleto serve para todos; muda o conteúdo conforme o veículo que conduzes:
- Motorista de ligeiros (carta B): destaca o conhecimento da tua cidade e arredores, a pontualidade na distribuição e o trato com clientes. Farmácias, comércio e serviços valorizam quem entrega bem e trata o cliente à porta.
- Motorista de pesados (carta C ou C1): rotas interprovinciais, tipos de carga já transportada, guias de remessa, controlo de pesos e manutenção básica. Se já conduziste plataforma ou caixa aberta, escreve.
- Motorista de motas (carta A): entregas rápidas e distribuição urbana. O conhecimento dos bairros é o teu maior activo; junta capacete próprio e pontualidade nas entregas do dia.
Nos três casos, mantém o formato «cargo — empresa, cidade — datas» e dois a três bullets de tarefas reais por posto. Datas com mês e ano: «Junho de 2018 até actualmente» diz mais do que «2 anos».
Se mudaste recentemente de categoria — por exemplo, de ligeiros para pesados — põe a nova frente e explica a transição numa linha: «após 6 anos em distribuição urbana, passei para carga interprovincial». Mostra progressão e dá contexto ao salário que vais pedir.
Quanto ganha um motorista em Moçambique
Para calibrar as expectativas: segundo os intervalos publicados pelo WageIndicator para 2026, um motorista de veículos pesados de mercadorias ganha, no início de carreira, entre 15.262 e 40.757 MT líquidos por mês, e chega aos 20.535–49.720 MT com cinco anos de serviço, numa semana de 48 horas.
O intervalo é largo porque depende da empresa, da carga e das rotas. Explicamos os números em detalhe no artigo sobre o salário de motorista em Moçambique.
Três coisas empurram o valor para cima dentro do intervalo: a categoria da carta (pesados pagam mais do que ligeiros), as rotas longas com pernoita e os certificados de condução defensiva e primeiros socorros. Um motorista com registo limpo e boas referências negocia a partir de outra posição.
Certificados que valem pontos
Para além da carta, estes certificados pesam na decisão de quem contrata:
- Condução defensiva: mostra que sabes antecipar riscos. É dos mais valorizados no transporte de carga — o exemplo do modelo traz o certificado de 2023.
- Primeiros socorros: tranquiliza qualquer empregador que ponha pessoas na tua responsabilidade, de passageiros a escolas e ONG.
- Formação profissional (INEFOP) em mecânica básica, logística ou segurança no trabalho: diferencia-te quando a experiência dos concorrentes é parecida.
- Cartas adicionais (C1, D): cada categoria extra alarga as vagas a que podes concorrer.
- 9.ª ou 12.ª classe: muitas empresas de transporte pedem um nível mínimo de escolaridade para relatórios e guias de carga.
Guarda os originais e leva cópias para a entrevista. No CV escreve o nome do curso e o ano; o recrutador confirma o resto depois.
Onde conseguir: os centros do INEFOP de cada província têm cursos de curta duração ao longo do ano, e as escolas de condução licenciadas fazem a formação de condução defensiva. Pergunta também na tua empresa actual — parte das formações sai por conta do empregador quando o motorista já lá trabalha.

Como a Inademy te ajuda
Depois de adaptares o modelo, cria o teu perfil gratuito na Inademy e candidata-te com o PDF: a candidatura é simples, aceitamos CV em PDF e recebes avisos de novas vagas por email e WhatsApp. As vagas de motorista e logística entram todos os dias — vê as vagas abertas em Moçambique e responde às da tua província.
De onde vêm estes conselhos
Os salários citados vêm dos intervalos públicos do WageIndicator para 2026. As recomendações de conteúdo vêm da experiência da equipa da Inademy com vagas de transporte e logística publicadas na plataforma e das respostas que os empregadores dão às candidaturas.
Os detalhes do modelo — certificados, rotas e disponibilidade — seguem o que os anúncios da área pedem com mais frequência. Para ver a profissão em profundidade, lê o nosso guia de CV para profissões técnicas: motorista, operador e técnico.
Perguntas frequentes
É obrigatório pôr a categoria da carta no CV?
É o primeiro dado que o recrutador procura — sem ele, o CV perde valor à partida. Escreve a categoria e confirma que está válida. Quem conduz ligeiros escreve B; pesados de mercadorias, C; passageiros, D; motas, A.
Devo pôr foto no CV de motorista?
Não é obrigatório, mas ajuda: a foto passa confiança e é prática comum em Moçambique em funções com contacto com o público. Usa 3×4, fundo neutro e apresentação cuidada — as regras completas estão no nosso guia sobre o que pôr no CV: foto, BI, naturalidade e referências.
Nunca trabalhei como motorista. O que escrevo?
Abre com a carta que tens, mesmo que recente, a disponibilidade total e qualquer experiência de condução real: mota própria, entregas pontuais, ajuda no negócio da família. Candidata-te primeiro a vagas de ajudante de motorista ou distribuição urbana. O nosso modelo de CV para primeiro emprego tem a estrutura certa para começar sem experiência.
Envio o CV em Word ou em PDF?
Em PDF, salvo indicação contrária: o ficheiro mantém a organização exacta no computador de quem recebe. O Word serve quando a empresa pede o documento editável, por exemplo para preencher fichas internas.
Posso preencher o modelo no telemóvel?
Podes: a aplicação do Google Docs abre o ficheiro docx e permite editar campo a campo. Guarda no fim e confere as datas. Temos um guia completo sobre como fazer o CV no telemóvel, do download ao envio.
Em resumo, o que fazer hoje
- Descarrega o modelo de CV motorista Word no topo deste artigo.
- Escreve a categoria da carta e os certificados que já tens.
- Substitui a experiência de exemplo pela tua, com rotas e datas.
- Pede a dois ex-empregadores autorização para os usar como referências.
- Guarda em PDF e candidata-te às vagas de motorista na Inademy.
Hoje há empresas a recrutar motoristas em várias províncias. Um CV que responde às seis perguntas do início leva-te à frente da fila.

